imovelavenda
MeuImóvelAVenda
MeuImóvelAVenda
» Minha Seleção
Listar imóveis marcados com estrela.
» Cadastre-se
Comece a publicar seus imóveis gratuitamente.
|
Entrar
Entrar


Informe o email com o qual você criou a sua conta ImóvelAVenda para que nós possamos enviar seus dados com segurança.

Seu email cadastrado:

TI e a Construção Civil: Entre blocos e cimento, um computador

"'O Brasil chegou à maioridade no setor da construção, e não dá mais para brincar. As empresas precisam de eficiência e produtividade, algo que exige investimento em TI', indica André Papaleo, vice-presidente de indústria da Oracle para a Am. Latina"


Tamanho da letra
A+ | A-
19/01/2012

Postado por Eduardo Haute

TI e a Construção Civil: Entre blocos e cimento, um computador
O aumento na demanda por imóveis nos últimos anos no Brasil, impulsionada inclusive pelas classes C e D, que ampliaram os investimentos em bens duráveis, expõem um novo hábito das incorporadoras: o investimento em soluções de tecnologia da informação e comunicação (TIC). O Brasil chegou à maioridade neste setor, e não dá mais para brincar. As empresas precisam de eficiência e produtividade, algo que exige investimento em TI, indica André Papaleo, vice-presidente de indústria da Oracle para a América Latina.

Não que o avanço já tenha se aproximado dos aportes feitos pelos setores financeiros ou de telecomunicações, considerados de ponta nos investimento em TIC. Mas, pelo número de empresas, a composição já se apresenta significativa aos olhos da indústria de eletroeletrônicos e de sistemas. As incorporadoras e construtoras cresceram e se multiplicaram pelo país, destinando entre 1% e 1,5% do faturamento global ou da obra para a compra de ferramentas de TI.

No mapeamento feito pela SAP, há projetos que vão desde a modernização ou substituição de sistemas de gestão até aportes em inovações tecnológicas, como a compra de sistemas de gestão de suprimentos. A medida que a empresa passa a construir centenas ou milhares de unidades em diferentes lugares simultaneamente, ela deixa de fazer uma construção um a um para fazer em larga escala e toda a dinâmica de suprimento para o novo cenário quase que se transforma em uma linha de montagem, destaca Daniel Bio, gerente de desenvolvimento de negócios da SAP Brasil.

Segundo ele, neste aspecto, a indústria da construção ganha semelhanças com a área automobilística, porque precisa sincronizar pedidos e entregas de materiais, para que o estoque não seja alto, nem ocupe muito espaço. O material precisa chegar no tempo, nem antes, nem depois, salienta. Além disso, a incorporadora ou construtora precisa gerenciar a dinâmica do mercado para não interromper projetos por falta de um ou outro produto.

Recursos Humanos

O crescimento do setor também tem provocado a falta de mão de obra, em todos os níveis - desde o ajudante de pedreiro até o engenheiro. Só nos primeiros oito meses de 2011 o nível de emprego na construção civil cresceu 9,44%, segundo balanço do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), sendo contratados, em agosto, 38,7 mil trabalhadores, um aumento de 1,27% em relação a julho.

Um cenário que começa a mostrar às empresas que a simples busca de novos profissionais no mercado atingiu seu ápice em relação à remuneração, e o aumento salarial como atrativo para retenção da mão de obra pode comprometer a rentabilidade do empreendimento. A preocupação agora é com a gestão do capital humano, para que tudo seja mais profissional e se evite, por exemplo, erros em pagamentos de salários e em outras dinâmicas do RH. O volume exige investimento em tecnologia para melhorar o controle e a satisfação do profissional, diz Bio.

Outra linha de investimento da construção civil, segundo o executivo, são os equipamentos móveis. Um recurso que aos poucos substitui, por exemplo, o apontador, figura chave na medição da obra porque era o profissional que registrava toda a evolução a partir do preenchimento de planilhas. Agora não dá mais para fazer isso, porque há uma multiplicidade de obras. A prancheta está sendo trocada por netbooks, tablets e smartphones, com conexão à internet e acesso à documentação para a transmissão de informações em tempo real, pontua Bio.

Com ações negociadas na BM&F Bovespa desde 2007, a MRV Engenharia confirma a tendência de adoção da mobilidade pelo setor. Reinaldo Sima, diretor de TI da construtora, diz que, em 2012, a empresa vai priorizar projetos que promovam a melhoria dos processos e ganhos de produtividade, e que já possui duas iniciativas em andamento, aplicadas na assistência técnica (manutenção) e na gestão da qualidade e em medições.

Fonte: TIinside - novembro de 2011
Atualização: Quinta, 19 de janeiro de 2012 - 15:28:58



Vista
ClipImobiliário