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Porto Alegre terá praia artificial com ondas de até dois metros


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16/08/2012

Postado por Davi Ribeiro Dorneles

A partir do final de 2013, os porto-alegrenses terão à sua disposição uma praia para fincar o guarda-sol na areia e surfar em ondas de até dois metros. Não serão as águas de Ipanema ou do Lami que possibilitarão isso, mas sim uma piscina no Clube Farrapos. Com um investimento de R$ 60 milhões, a gaúcha Mapa Consultoria e a norte-americana Waveloch pretendem construir um complexo que também agregará um hotel de bandeira internacional, restaurantes e lojas. Esse é apenas o primeiro passo de uma parceria que se inicia em Porto Alegre e deve se expandir para outras cidades do Brasil.

A capital gaúcha não foi escolhida por acaso para iniciar os trabalhos no Brasil. Constatamos que Porto Alegre é a cidade sem praia com o maior número de surfistas no País. Verificamos que 86% dos surfistas da Capital seriam potenciais usuários, destaca Marcelo Wisintainer, sócio da Mapa, empresa que bancará 30% das obras. O projeto aguarda pela obtenção das licenças municipais necessárias para ser iniciado. Para viabilizar a iniciativa, o Clube Farrapos arrendou 3,5 hectares de suas dependências por 20 anos. Como contrapartida, os investidores financiarão melhorias na sede.

A ideia é começar a construção do complexo no início do ano que vem. Apenas a piscina com ondas ocupará 1,5 hectare e deve levar 12 meses para ser concluída. As demais partes da estrutura, incluindo um hotel com 150 quartos, levarão mais seis meses para acabarem. Enquanto isso, ainda em 2012, os gaúchos terão um aperitivo. Nos próximos meses, na atual piscina do clube, serão instaladas turbinas simuladoras de ondas. Esse protótipo já permitirá que o público surfe no local.

De olho na experiência, o governo do Estado quer captar os frutos dessa iniciativa. Depois que o protótipo na piscina do Clube Farrapos não for mais utilizado, vamos colocar as turbinas geradoras de ondas no Parque Náutico do Rio Grande do Sul. Assim, poderemos fazer um projeto de inclusão social através do surfe, acredita o secretário estadual de Esporte e Lazer, Kalil Sehbe.

O presidente da Waveloch, Thomas Lochtefeld, destaca que o fato de o País sediar grandes eventos esportivos nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, foi crucial para a companhia desembarcar em terras brasileiras. O desejo do executivo é que o surfe se torne um esporte olímpico. Neste caso, as ondas artificiais poderiam ser uma forma de viabilizar a igualdade de condições para os competidores da modalidade.

Fonte: Jornal do Comercio
Atualização: Quinta-feira, 16 de Agosto de 2012 - 10:59:11